VIOLÊNCIA OBSTETRÍCA: AGRESSÃO SILENCIOSA

Autores

FLAYRA OLIVEIRA
UNIPORA
Jockacya Sandyele Alves Fernandes
Shelen Katchuce Nascimento de Oliveira

Palavras-chave:

Violência obstétrica;

Sinopse

A maternidade é um momento de transformação para muitas mulheres, mas também pode estar associada à dor e ao sofrimento. A violência obstétrica, definida como abuso, desrespeito e maus-tratos durante o parto, é uma violação dos direitos fundamentais das mulheres, afetando sua saúde física e mental. A violência obstétrica pode ocorrer em diferentes fases, desde o pré-natal até o pós-parto, e inclui intervenções desnecessárias, maus-tratos físicos, psicológicos e verbais. Historicamente, a medicalização do parto resultou na perda da autonomia da mulher sobre seu corpo. O estudo é uma pesquisa exploratória baseada em uma revisão de literatura com a finalidade de investigar os tipos de violência obstétrica praticados no Brasil e seus impactos na vida das mulheres. A pesquisa destaca que a violência obstétrica no Brasil se manifesta de diversas formas, incluindo intervenções sem consentimento e práticas invasivas como a episiotomia. As mulheres que sofrem violência obstétrica frequentemente relatam traumas físicos e psicológicos, como depressão pós-parto e dificuldades na amamentação, a violência obstétrica representa uma violação dos direitos das mulheres e gera impactos profundos em sua saúde física e mental.

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Publicado

dezembro 11, 2024