Influência das substâncias químicas auxiliares no tratamento endodôntico
Palavras-chave:
Contribuições, tratamento, reflexõesSinopse
O presente artigo tem como objetivo analisar e discutir as principais contribuições científicas acerca do uso de substâncias químicas auxiliares no tratamento endodôntico. Para compreender esse procedimento o presente estudo baseou-se em uma revisão bibliográfica, abrangendo materiais como artigos, livros, revistas e monografias pesquisadas, com o intuito de gerar reflexes significativas sobre o tema. O tratamento endodôntico, essencial para a manutenção de dentes comprometidos por infecções e necrose pulpar, depende de uma abordagem minuciosa de desinfecção e preparo do canal radicular para garantir o sucesso terapêutico. Neste contexto, as substâncias químicas auxiliares desempenham um papel central, promovendo a limpeza e a descontaminação dos canais, além de remover tecidos necrosados e micro-organismos resistentes ao tratamento mecânico. Este artigo analisa as bases científicas das substâncias quimicas auxiliares no tratamento endodôntico, destacando suas características, benefícios, limitações e aspectos práticos, como toxicidade periapical e desafios em áreas de difícil acesso. A escolha criteriosa e o manejo adequado das substâncias químicas auxiliares são essenciais para maximizar a eficácia e minimizar os riscos no tratamento endodôntico. Este estudo destaca a relevância da pesquisa contínua para embasar a escolha desses agentes, promovendo tratamentos mais eficazes, melhores taxas de sucesso e maior bem-estar dos pacientes.